terça-feira, 25 de outubro de 2011

she...

…”I'll take her laughter and her tears

And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is

She, she, she”

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

... E pq n?



Das utopias

 Se as coisas são inatingíveis... ora!
não é motivo para não querê-las...

Que tristes os caminhos, se não fora
a mágica presença das estrelas!

 (Mário Quintana)




sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Fé em Deus e pé na estrada!



Inocente Viagem dos Sonhos

O dia permite partir
Permite buscar outros dias
Deixa que seu momento durma
Deixa ser coisa uma
Que não vai voltar mais
Que perde inocência amanhã
E os homens choram
Se o amanhã for vazio
Se a realidade de um sonho adormeceu
Quando a primeira pedra caiu do céu
Quando a próxima chuva lhe deixou triste
E seus amigos se perderam
Na virada de lua e sol.


O dia permite sorrir
Quando a estrada chama
E partindo, parece não ter fim
E você vê teus sonhos passarem na janela
Sonhos sem volta, sem espera
As pessoas sorriem quando vão sós
Procurando elas mesmas
A chance de não precisar voltar
A inocência de acordar
No leito que não escolheu
No lugar que lhe acolheu
O que seu sonho prometeu
Na virada daquela curva
Na chegada mesmo com chuva
A inocência de um amanhã.


 Vicente Motta Prates




"my shangrila beneath the summer moon
i will return again 
Sure as the dust thatg floats high in june
When moving through Kashimir




(kashmir- Led zeppelin)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

DIVERSÃO!!!



“...Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo, eh!
Necessidade, vontade, eh!
Necessidade...”




AMORA



Amora

Pleno dia,
teu olhar
sói rezar
 poesia.

E, a luar,
sentencia
homilia
de encantar.

Com afeto
minha  amora
 és na cor.

Indiscreto.
sou-te, agora,
teu amor!



(Gomes da Silveira)

domingo, 2 de outubro de 2011

GOSTEI!

...PERFECTO!

UAAAUU...

...


"...I'll pretend that I'm kissing

The lips I am missing
And hope that my dreams will come true..."

Poeminha Amoroso - Cora Coralina


Poeminha Amoroso


Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo... 

(Cora Coralina)